Feira Ecosolidária movimenta corredores do TJTO e fortalece a economia criativa de Palmas

Rondinelli Ribeiro Pessoas andando em um corredor fazendo compras em bancas de artesanatos

Biojoias, doces artesanais, crochês, compotas, queijos, confecções e muito mais. A diversidade de produtos sustentáveis marcou presença na edição especial da Feira Ecosolidária, realizada nesta sexta-feira (6/6) no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), como parte da programação do Junho Ambiental. Além de colorir os corredores da sede do Judiciário com criatividade e sabores, a feira impulsionou a economia criativa da Capital e aproximou servidores(as) de pequenos produtores locais.

“É uma ação que fortalece o trabalho das artesãs e dos artesãos e contribui para uma cultura de respeito ao meio ambiente”, destacou a desembargadora Ângela Prudente, presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável (CGPLS) e da Rede TO Sustentável.

Para a desembargadora Ângela Haonat, que prestigiou o evento e fez questão de adquirir alguns itens, a iniciativa vai além da sustentabilidade. “Comprar com propósito é transformador. É um gesto simples, mas com impacto social e ambiental. Os produtos são de alta qualidade, feitos à mão, com carinho e consciência”, afirmou.

Sustentabilidade em cada detalhe

Com foco na reutilização de materiais, a doceira Lígia Hadade aposta na fidelização consciente. “Quem devolve o pote de vidro ganha R$ 1,50 de desconto. É uma forma de estimular a reciclagem, porque um vidro pode levar até 4 mil anos para se decompor. Isso é sério. Não são 400 anos, são 4 mil”, alertou.

A artesã Patrícia Carneiro também celebrou os frutos do evento, que vão além das vendas. “Hoje estou vendendo bem, mas já participei de edições em que vendi pouco e saí com várias encomendas. Esse tipo de feira cria uma rede muito rica para nós, pequenos empreendedores”, afirmou.

Organizada pela Coordenadoria de Gestão Socioambiental e de Responsabilidade Social (Cogersa), a feira é aberta à comunidade e voltada para magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), voluntários(as), terceirizados(as) e fornecedores(as). A proposta é incentivar o engajamento de todos como agentes de transformação, dentro e fora do Judiciário, por meio de escolhas conscientes e sustentáveis.

A ação segue as diretrizes da Resolução CNJ nº 400/2021, do Plano de Logística Sustentável do TJTO e da Agenda 2030 da ONU, promovendo o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da economia solidária em Palmas.


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