Projeto resgata memória do Cais do Valongo (RJ) e reforça papel da Justiça na reparação histórica

Fundo escuro com mapa ao fundo. Ao centro, o texto “Valongo” em branco, em letra cursiva. Abaixo, a frase “Justiça pela memória do Cais”.

Um dos capítulos mais dolorosos da história brasileira ganha nova leitura por meio da comunicação institucional. O projeto “Valongo: Justiça pela memória do Cais”, desenvolvido pela Assessoria de Comunicação Social do Conselho da Justiça Federal (Ascom/CJF), com apoio do Centro de Estudos Judiciários (CEJ/CJF), propõe um mergulho sensível e informativo sobre o legado do Cais do Valongo e o papel da Justiça Federal na preservação da memória afrodescendente.

A iniciativa foi apresentada durante a Aula Magna “Memória da Escravização: o papel da Justiça Federal para a reparação histórica”, promovida pelo CEJ, em 19 de novembro de 2025, véspera do Dia da Consciência Negra.

A proposta se consolida como uma experiência multiplataforma. O público tem acesso a um livro ilustrado com aquarelas digitais, um podcast com três episódios, duas exposições com as ilustrações produzidas e uma linha do tempo detalhada, elementos que, juntos, constroem um panorama histórico acessível.

Localizado no Rio de Janeiro, o Cais do Valongo é reconhecido como a maior porta de entrada de africanas e africanos escravizados nas Américas, além de ser Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.

Todo o conteúdo está disponível ao público em ambiente digital no Portal do Conselho da Justiça Federal. O material reúne, em um só espaço, informação qualificada, narrativa visual e reflexão histórica.

Acesse o conteúdo aqui.


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