CNJ valida lista tríplice formada pelo TJTO para a vaga de desembargador a ser ocupada por membro do Ministério Público

G. Dettmar/Ag. CNJ Sessão deliberativa do CNJ mostra os conselheiros reunidos no plenário do órgão no dia 13/8
9ª Sessão Ordinária de 2024 do CNJ

Por unanimidade, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) arquivou ontem (13/8), o processo administrativo aberto pelo órgão questionando a lista tríplice definida pelo Pleno do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) para a vaga de desembargador a ser ocupada por um representante do Ministério Público do Tocantins (MPTO).

O Plenário do CNJ acompanhou o voto da relatora, conselheira Daiane Nogueira de Lira, que julgou o pedido prejudicado após a constatação de que o regimento do Tribunal de Justiça passou a prever, expressamente, que a formação da lista tríplice a ser enviada ao governador para preenchimento da vaga de desembargador da classe do Ministério Público e da Advocacia, será definida em sessão pública, mediante voto secreto e apuração aberta.

No dia 18/4 deste ano, o Pleno do Tribunal de Justiça escolheu os três nomes para a composição da lista tríplice com os seguintes membros do MPTO:

João Rodrigues Filho (procurador de Justiça):  9 votos
José Demóstenes de Abreu (procurador de Justiça):  8 votos
Leila da Costa Vilela Magalhães (procuradora de Justiça): 6 votos

Cabe ao Governador do Estado selecionar um nome da lista para o cargo de desembargador.


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