Presidente agradece pela dedicação e diz que sociedade deposita toda sua esperança no trabalho do Judiciário 

Fotos: Elias Oliveira Imagem mostra auditório com pessoas sentadas na cadeira; no púlpito uma mulher branca de roupa azul fala no microfone; no palco tem um telão com imagem atrás

"Agradecer, olhar para frente e com alegria." Essas foram as palavras que marcaram a celebração de Natal nesta sexta-feira (13/12), no auditório do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), com as presenças da presidente, desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe, do padre Eduardo Zanom, do pastor Gizelson Monteiro, juízes(as), servidores(as) e estagiários(as).

A tarde de celebração começou com o quinteto do corpo musical da Polícia Militar do Tocantins. Em seguida, o padre Eduardo Zanom leu uma passagem bíblica do livro de Isaías, e ressaltou que neste tempo de preparação para o Natal, de festas de fim de ano precisamos ter consciência daquilo que celebramos. “Não é só o encerramento de um ciclo, de um ano, ou de colheita dos resultados dos nossos trabalhos, é tempo de recomeço, é tempo de renovar a esperança enquanto acreditamos que Deus nasce, a sua presença nos faz melhores, a sua presença nos faz acreditar que o ser humano sempre tem jeito e podemos sempre contar com a sua graça em nossa vida”.

O padre reforçou ainda a importância do Judiciário na sociedade. “Olha todos vocês, os(as) desembargadores(as), juízes(as), servidores(as) da justiça, olha que nobre missão vocês trazem. Vocês fazem a justiça deste Estado acontecer. E às vezes, porque no dia a dia são tantos prazos, tantos compromissos, a gente acaba sublimando essa consciência.  Nós temos que agradecer a Deus pela vida de cada um de vocês”, disse, acrescentando: “Aconteça o que acontecer, esteja em movimento, não se deixe abalar, renove a esperança”.

O pastor e diretor Financeiro do TJTO, Gizelson Monteiro, reforçou que todos estamos em busca de alegria, de sermos felizes nas atividades que desenvolvemos e nas atividades que chegam até nós: “mas ela também é muito frágil, basta alguma coisa diferente do que pensamos, esperamos, imaginamos, o que desejamos acontecer, e nós voltamos para a condição de ausência de alegria, o que nós chamamos de tristeza. E tristeza é essa que muitas vezes desencadeia doenças na alma”.

Ao ler o Salmo 51, o pastor contou a história do rei Davi, que tinha todas as alegrias circunstanciais, mas mesmo assim não se conformava, então ele pede a Deus a alegria da salvação. “Eu quero a alegria que é motivada pela razão de não ter dúvida de que eu sou seu filho. Eu quero a alegria que, independentemente de qualquer coisa, sabendo que é passageiro esse meu estado aqui, ficarei firme por saber que para onde eu vou é muito melhor, melhor do que aqui; a alegria que não vai mais depender do que o meu amigo ou inimigo diz. Eu quero a alegria da salvação, alegria que me dá a segurança de que eu estou reconciliado com o Senhor, e o meu passado não vai me afetar.”

Depois das palavras dos dois religiosos, a desembargadora Etelvina disse que, ao terminar o ano, a primeira coisa a se fazer é agradecer, seja elas pequenas, pelas grandes vitórias, pelas tribulações. “Nós temos que confiar na glória e na graça de Deus, porque eu tenho certeza que depois deste turbilhão que nós passamos, nós seremos agraciados por Deus, com essa grande alegria.”

 

A presidente ressaltou ainda que nas passagens pelas comarcas enfatizou a grande responsabilidade do Judiciário. “Somos responsáveis por distribuir a justiça em todo o estado do Tocantins. Só nós, julgadores, nós servidores, nós sabemos que, lidar com a vida dos outros é uma missão dada por Deus, mas é uma missão que sobrecarrega também os nossos ombros”, observou, acrescentando que, apesar das dificuldades, é preciso seguir sem fraquejar. 

“Nós estamos chegando a esse final de 2024 e quero agradecer por tudo que nós passamos, por todo o trabalho prestado por magistrados, pelos(as) colegas(as) desembargadores(as), pelos(as) juízes(as), pelos(as) servidores(as).  Nós sabemos que o nosso trabalho, hoje, é estafante. A sociedade cobra, e cobra com razão, né? Porque nós somos a última esperança deles também. Então, a gente é cobrado, mas nós temos que pensar que eles também depositam todas as suas esperanças no nosso trabalho.”

Para encerrar a celebração, a cantora Lara Oli  soltou a voz e, entre as músicas, deixou a mensagem de que “Porque Ele vive/Posso crer no amanhã/Porque Ele vive/Temor não há.”


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