Pai Presente: programa do Judiciário incentiva o reconhecimento de paternidade no Jalapão

Duas mulheres atendem cidadãos(ãs) em sala de tijolinho exposto. Elas estão sentadas de frente, vestindo camisa branca, enquanto o casal e a filha estão de costas, ele e a filha de camisa branca e a mulher de camisa verde

Os alunos da Escola Estadual Estefânio Telles das Chagas, em Mateiros, região do Jalapão, tiveram uma aula diferente nos dias 15 e 16 de agosto. Em bate-papo com a equipe do programa Pai Presente, os jovens aprenderam sobre paternidade responsável e o passo a passo do processo para inclusão do nome do pai - biológico ou socioafetivo - na certidão de nascimento. Ação também contou com atendimento à população para solicitação de reconhecimento de paternidade e orientação

Maria Vitória, de 11 anos, é aluna da escola. Ao lado dos pais socioafetivos, ela aproveitou a ação da Corregedoria Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) na unidade de ensino para solicitar a inclusão do nome deles na certidão e alteração no registro para ter o sobrenome da família. 

“É muito importante pra mim porque não tive o conhecimento do meu pai e minha mãe (biológicos); aí é melhor colocar o nome dos meus pais que moram comigo, me cuidaram desde que eu sou pequenininha. É muito importante para mim e para eles”.

Lúcia Bonfim e Manoel Francisco de Sousa Brandão são pais de Maria Vitória desde que ela tinha nove meses. Para eles, ter o nome na certidão de nascimento da filha, é uma alegria.  “Se a gente tem um filho a gente quer que seja registrado com o nome da gente, até porque é um bem precioso, um presente desse que a gente tem que cuidar e valorizar”, disse dona Lúcia. 

A partir do atendimento feito pela Coordenadoria da Cidadania (Cocid), a indicação de retificação no registro de nascimento da criança foi encaminhada ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejusc). “Todo o processo começa aqui, com esta ação itinerante. É uma ação muito importante porque muitas vezes as pessoas não têm condições de ir atrás. E estarmos na comunidade facilita muito”, explica a servidora Luciane 

“Eu achei muito importante o programa vir até a gente e não podíamos perder essa oportunidade de registrar ela como filha”, destacou Manoel Francisco.


Fechar Menu Responsivo
Busca Processual Jurisprudência Diário da Justiça
Rolar para Cima
Nós usamos cookies
Usamos cookies ou tecnologias similares para finalidades técnicas e, com seu consentimento, para outras finalidades, conforme especificado na política de cookies. Negá-los poderá tornar os recursos relacionados indisponíveis.