Mestrando lança plataforma sobre representatividade racial na magistratura

O mestrando Paulo Everton Ngozi Silva Lima, integrante da Turma XIII do Programa Associativo de Pós-Graduação Stricto Sensu em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos, desenvolvido pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), em parceria com a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), lançou a plataforma Radar do Perfil Étnico-Racial da Magistratura.

A iniciativa é produto técnico-científico da pesquisa de mestrado intitulada “Um Poder Negado: A Invisibilidade Negra na Magistratura e o Desafio da Democracia Racial no Brasil”, apresentada no âmbito do programa, na linha de pesquisa Instrumentos da Jurisdição, Acesso à Justiça e Direitos Humanos, com orientação do professor doutor Aloísio Alencar Bolwerk.

A plataforma tem como objetivo reunir, monitorar e divulgar dados sobre o perfil étnico-racial da magistratura nacional, contribuindo para a transparência pública, o controle social e o debate qualificado sobre diversidade no Poder Judiciário brasileiro.

O Radar é voltado ao acompanhamento de dados oficiais do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), à reflexão sobre representatividade e à produção de informação especializada sobre igualdade racial no Sistema de Justiça.

A plataforma está disponível em: https://www.radardamagistratura.com.br/. O público também pode assinar a newsletter para receber atualizações sobre o perfil étnico-racial da magistratura nacional diretamente por e-mail.


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