Feira Ecosolidária abre Junho Ambiental 2026 em Palmas com histórias de empreendedorismo, afeto e sustentabilidade

Elias Oliveira A imagem mostra visitantes e expositoras interagindo durante a Feira Ecosolidária realizada no hall do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), em Palmas.

Sustentabilidade também tem cheiro, cor, sabor e histórias para contar. Foi nesse clima de acolhimento, criatividade e valorização do trabalho artesanal que a Feira Ecosolidária abriu a programação do Junho Ambiental 2026 do Poder Judiciário do Tocantins, em Palmas, nesta terça-feira (2/6), no hall de entrada do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO).

Ao longo da tarde, magistrados(as), servidores(as), colaboradores(as) e visitantes circularam pelos estandes montados por mais de 20 expositoras, encontrando uma diversidade de produtos produzidos com talento, dedicação e responsabilidade socioambiental. Artesanato, bordados, peças em crochê, capim dourado, cosméticos naturais, doces, bolos, aromatizantes, livros, papelaria artesanal e vestuário transformaram o espaço em uma verdadeira vitrine da economia solidária tocantinense.

Participante da feira há algumas edições, a artesã Goiamara Borges dos Santos apresentou novidades inspiradas na Copa do Mundo e fragrâncias produzidas a partir de elementos característicos da região.

“Nós estamos aqui hoje com peças, pulseiras e colares com o tema da Copa do Mundo e também com temas mais regionais. Está sendo muito bom”, destacou.

Entre os corredores da Feira, o entusiasmo dos(as) visitantes também era visível. A servidora do TJTO, Esly de Abreu Oliveira Mourão, aproveitou para comprar um jogo americano e elogiou a iniciativa.

“Eu achei maravilhoso. As coisas estão muito lindas e diversificadas. Já fiz minha compra”, disse.

A servidora Leila Maia também destacou a praticidade e a importância de incentivar quem produz de forma artesanal.

“Além da gente adquirir um produto caseiro, feito à mão, com amor, ainda estamos ajudando essas mulheres no ganho do dia a dia”, enfatizou.

Para a artesã Heloisa Alvim, que participa pela primeira vez da feira e acumula três décadas dedicadas ao artesanato, o momento representa uma oportunidade de apresentar seu trabalho e ampliar conexões.

“Sou avó e, assim como faço para os meus netos, faço questão de produzir para os filhos dos meus clientes. É um trabalho que carrega afeto em cada detalhe”, pontuou.

A Feira é coordenada pela Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável (CGPLS) e pela Coordenadoria de Gestão Socioambiental e de Responsabilidade Social (Cogersa).

“A Feira Ecosolidária é uma oportunidade tanto para as artesãs apresentarem seus trabalhos quanto para o Tribunal de Justiça valorizar e divulgar esses talentos que temos em nossa cidade, pontuou a coordenadora da Cogersa, Luciene Dantas.


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