Esmat realiza primeira turma da Oficina Linguagem Simples para equipes da Corregedoria-Geral da Justiça

ESMAT A imagem mostra um grupo de profissionais reunidos em um ambiente corporativo, aparentemente uma sala de reuniões ou treinamento. Ao todo, cerca de 18 pessoas posam para a foto, distribuídas entre a primeira fila sentada e os demais em pé, ao fundo.  Na primeira fila, quatro mulheres estão sentadas em cadeiras giratórias pretas. Elas vestem trajes sociais em tons neutros e terrosos, como preto, bege, marrom e verde, transmitindo elegância e formalidade. Todas sorriem para a câmera.  Atrás delas, homens e mulheres estão posicionados lado a lado, também trajando roupas sociais ou esporte fino — camisas sociais, blazers, vestidos e calças sociais. Alguns utilizam crachás de identificação, reforçando o caráter institucional do encontro. O grupo demonstra um clima de integração e cordialidade.

A Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat) realizou, nos dias 10 e 11 de fevereiro, a primeira turma do curso “Oficina Linguagem Simples”, voltado a magistrados(as), servidores(as) e estagiários(as) do Poder Judiciário Tocantinense lotados(as) na Corregedoria-Geral da Justiça (CGJUS).

Com coordenação do juiz Marcelo Laurito Paro, a capacitação é conduzida pelos facilitadores André Vinicius D’i Oliveira Gomes e Lucas Ferreira Gomes. Ao longo dos módulos, os(as) participantes estudaram fundamentos da Linguagem Simples, identificação de barreiras de comunicação em textos institucionais, técnicas de escrita clara e participaram de oficina prática de reescrita de documentos e comunicados utilizados no cotidiano do Judiciário.

Em depoimento, o laboratorista do Centro de Inovação (Inovassol), Lucas Ferreira, destacou que a linguagem simples “é um instrumento de acesso à Justiça”, ao permitir que o(a) cidadão(ã) compreenda decisões, intimações e orientações com mais segurança. Para ele, investir na capacitação nessa temática fortalece a transparência, reduz ruídos na comunicação e aproxima o Judiciário da população, além de melhorar a comunicação interna e otimizar a produtividade das equipes.

“Quando o(a) cidadão(ã) compreende uma decisão, uma intimação ou uma orientação, ele(a) participa de forma mais consciente do processo e exerce seus direitos com mais segurança”, comentou.

O coordenador do Inovassol, André Vinícius, também ressaltou o caráter prático da formação. “O curso é multidisciplinar, estamos trabalhando na prática com documentos elaborados pela própria Corregedoria, transformando-os em linguagem simples. Está bem intuitivo e a turma está bem entrosada”, afirmou.

A iniciativa dialoga com a Política Nacional de Linguagem Simples, instituída pela Lei nº 15.263, de 2025, e reforça compromissos nacionais voltados à adoção de uma comunicação mais clara, direta e compreensível no Poder Judiciário.

A segunda turma da Oficina está prevista para os dias 26 e 27 de fevereiro.


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