Inscrições para o curso Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero terminam nesta quinta-feira (15/6)

Arte/Esmat Imagem com fundo claro com uma arte em circulo na parte superior à esquerda com silueta de quatro mulheres de raças diferentes, na parte superior, ao centro a escrita: Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero no âmbito do Poder Judiciário. Abaixo as informações sobre a data da realização de 20 de junho a 7 de julho de 2023, e sobre as inscrições que seguem até o dia 15 de junho. abaixo as logos do Poder Judiciário e da Esmat
Curso oferece 100 vagas e tem como público-alvo magistrados e/ou magistradas do Poder Judiciário tocantinense

As inscrições para o curso Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero no Âmbito do Poder Judiciário terminam nesta quinta-feira (15/6). A qualificação é promovida pela Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat) e as inscrições estão sendo realizadas pela Secretaria da instituição, seguindo as indicações feitas pela Presidência do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins e pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CEMSVID), por meio do Processo SEI nº 23.0.000009403-0.

O curso tem como público-alvo magistrados e/ou magistradas do Poder Judiciário tocantinense e oferece um total de 100 vagas. A capacitação será realizada no período de 20 de junho a 7 de julho, com carga horária de 25 horas. As aulas ocorrerão no Ambiente Virtual de Aprendizagem da Esmat, proporcionando flexibilidade aos(às) participantes.

O principal objetivo do projeto é capacitar os(as) inscritos(as) para aplicar o Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Gênero, promovendo uma análise sensível e imparcial dos casos jurídicos. Por meio dessa abordagem, serão consideradas as desigualdades de gênero existentes e buscadas a garantia dos direitos e a equidade no processo de julgamento.

O curso visa fornecer aos(às) magistrados e magistradas as ferramentas necessárias para uma atuação consciente e pautada pela justiça social. A partir da compreensão das particularidades e desafios enfrentados pelas mulheres e outros grupos marginalizados, espera-se contribuir para a construção de um sistema judicial mais inclusivo e sensível às questões de gênero. Para obter mais informações sobre o curso, os(as) interessados(as) podem acessar o Edital completo clicando aqui.


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