Desembargadora lança pedra fundamental da Unidade Judiciária de Silvanópolis

A Presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins, Desembargadora Willamara Leila, realizou nesta sexta-feira (11/06), o lançamento da pedra fundamental da obra da Unidade Judiciária do município de Silvanópolis, a 108 km de Palmas.

Participaram da solenidade: o Secretário Estadual para Assuntos Estratégicos, José Humberto Marques; o Prefeito de Silvanópolis, Bernardo Filho; a Primeira-dama, Donilha Siqueira; o Juiz Presidente da ASMETO, Dr. Alan Martins; os Defensores Públicos de Porto Nacional, Dr. Danilo Frasseto Michelini e Dr. Marcelo Tomáz; os Juizes de Direito, Dr. José Maria Lima, Dr. Gerson Azevedo, Dra. Hélvia Túlia, Dr. Marcelo Rostirolla, Dr. Alessandro Hoffman e Dr. Luciano Rostirolla; o Oficial de Justiça de Silvanópolis, Sebastião Tomás; o Advogado, Dr. Marison Rocha; o Pároco, Padre Wetenberg Aires; o Presidente da Câmara de Silvanópolis, Vereador Rogério Gomes; Secretários municipais e a População silvanopolina.

Em seu discurso, a Desembargadora Willamara Leila, reafirmou que a intenção do TJTO é fazer com que a Justiça seja mais próxima da População, inibindo assim a presença do tráfico de drogas, da violência doméstica e principalmente da prostituição. “Assim como em Figueirópolis, essa obra da Unidade Judiciária será entregue em pouquíssimo tempo. Em Figueirópolis, entregamos a obra em 7 meses porque passávamos pelo período das chuvas. Esse período passou. A Unidade Judiciária de Silvanópolis será entregue em no máximo 4 meses”, acrescentou a Presidente.

O Prefeito de Silvanópolis, Bernardo Filho, agradeceu a Presidente pela escolha do município. “Muitas vezes, quando a Prefeitura fazia o transporte dos munícipes para audiências em Porto Nacional, réu e vítima iam juntos. Uma situação que causa um grande constrangimento, às vezes até inviabilizando a viagem”, disse o Prefeito.

A Unidade Judiciária de Silvanópolis é a segunda a ser inaugurada das 23 Unidades Judiciárias que serão construídas pelo Tribunal de Justiça. As Unidades Judiciárias serão construídas nas cidades que não são sede de Comarcas e mesmo assim têm grande volume de processos a serem julgados.

Cada Unidade terá 168 metros quadrados de área construída. Os prédios contarão com recepção, cartório, secretaria, gabinete para o Juiz, que poderá ser usado como sala de audiência. Uma equipe especializada formada por um Juiz de Direito, Juiz de Direito se deslocará ate o município para atender os cidadãos.
 


Assessoria de Comunicação do TJTO


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