Cultura de paz: Oficinas de parentalidade começam a ser realizadas nas comarcas de Gurupi e Tocantinópolis

A realização das oficinas de parentalidade no Poder Judiciário do Tocantins vem contribuindo para propagar a cultura da paz entre famílias que passam por conflitos após o fim do casamento ou dissolução da união estável. Nas comarcas de Tocantinópolis e Gurupi, as primeiras ações do projeto foram realizadas neste mês de agosto pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc).

Com ambientes direcionados às partes, às crianças e aos adolescentes, as oficinas de parentalidade, idealizadas pelo Conselho Nacional de Justiça, trabalham o empoderamento das famílias por meio de dinâmicas e materiais didáticos, destinando ainda um momento especial para a confraternização. “Algumas vezes o conflito extraprocessual, que perdura por anos, possui solução simples, mas a parte talvez por sua sensibilidade emocional decorrente da ruptura dos laços conjugais, não a visualiza. A oficina proporciona essa descoberta. É um projeto lindo, os resultados são surpreendentes”, ressaltou a conciliadora Kelliany Costa Carvalho.

Em Gurupi as atividades da Oficina foram realizadas na última segunda-feira (21/8) e contou com a participação de 20 pessoas. A ação foi conduzida pela coordenadora do Cejusc da Comarca, juíza Maria Celma Louzeiro Tiago. “Estamos concretizando a política de solução adequada e alternativa dos conflitos, com aplicação em processos da Vara de Família e Sucessões na primeira Oficina de Parentalidade da Comarca. Almejamos conscientizar os envolvidos sobre as consequências negativas das suas condutas para os seus filhos, e assim abrir o diálogo e pacificação nas famílias", frisou a magistrada.

Já em Tocantinópolis, no extremo Norte do estado, a 1ª Oficina de Parentalidade da Comarca, realizada no último dia 18/8, reuniu 25 participantes. Para o coordenador do Cejusc, juiz Helder Carvalho Lisboa, “todos os mecanismos que fomentem a cultura da paz são relevantes e a oficina desempenha com maestria esse papel. Minimiza os efeitos prejudiciais do divórcio no desenvolvimento emocional dos filhos e ainda auxilia os pais numa relação parental saudável”, ressaltou.

 

Maria Gabriela – Cecom/TJTO

Fotos: Divulgação



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