XIII Semana da Conciliação tem a promoção do diálogo como foco no Tocantins

“Todos ganham quando compreendem a própria responsabilidade e os direitos que possuem. Para mim, essa semana tem o importante papel de trazer esse ideal para as partes”. A declaração é da advogada Dineia Honorato de Melo, que firmou um acordo para seu cliente já no primeiro dia da XIII Semana Nacional da Conciliação, iniciada nesta segunda-feira (05/11), em todo o país.

A iniciativa abrange todo o Judiciário brasileiro e visa resolver conflitos por meio de conciliações. No Tocantins, conflitos de primeiro e segundo graus deverão ser atendidos durante os cinco dias de mobilização. O envolvimento dos Centros Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) das 42 comarcas e do Cejusc de 2º grau, além dos juizados especiais, ajuda a agilizar o atendimento de diversas demandas, prezando pela celeridade do trabalho do Judiciário e também pela qualidade no atendimento.

“A Semana da Conciliação, mais do que uma oportunidade de acelerar os atendimentos e reduzir o número de processos pendentes, vem para consolidar a cultura da resolução pacífica de conflitos. Um acordo é sempre vantajoso para todas as partes e nesta semana celebramos isso, levando esse clima de amistosidade para os atendimentos”, disse a coordenadora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos (Nupemec), juíza Umbelina Lopes Pereira.

Com audiências agendadas até sexta-feira (09/11), a semana da conciliação atinge processos já judicializados e conflitos ainda na fase pré-processual. “Todas as varas, tanto cíveis, quanto da família e casos pré-processuais são envolvidas. Isso proporciona um bom avanço nesses casos. Cada uma das sessões representa uma possibilidade de acordo, que é o nosso objetivo final”, pontuou a conciliadora da comarca de Palmas, Zuleica Miranda.

Oportunidade para que as partes ponham fim ao litígio de forma mais rápida e de maneira consensual. “Conseguimos chegar a um acordo em que um débito foi reduzido pela metade e com parcelamento. A conciliação é benéfica para todas as partes”, avaliou o advogado Francisco Borges.

Texto: Davino Lima / Foto: Rondinelli Ribeiro

Comunicação TJTO

 

 

 


Fechar Menu Responsivo
Busca Processual Jurisprudência Diário da Justiça
Rolar para Cima
Nós usamos cookies
Usamos cookies ou tecnologias similares para finalidades técnicas e, com seu consentimento, para outras finalidades, conforme especificado na política de cookies. Negá-los poderá tornar os recursos relacionados indisponíveis.