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TJTO lança pedras fundamentais para construção de três unidades judiciárias

Quinta, 14 de Outubro de 2010

O Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) lançou, recentemente, as pedras fundamentais para a construção de três obras tidas como importantes para o Judiciário daquele estado: as unidades judiciárias dos municípios de Couto Magalhães, localizado a 290 quilômetros de Palmas (capital tocantinense), de Juarina e Palmeirante (este último, município que integra a comarca de Filadélfia).

No total, o TJTO construirá 23 unidades, nas cidades que não são sede de comarcas e que mesmo assim possuem grande volume de processos a serem julgados. Conforme a presidente do tribunal, desembargadora Willamara Leila, a intenção é fazer com que a Justiça fique mais próxima da população, dentro do que determina a Constituição Federal. “O Poder Judiciário sempre fez e fará o possível para proporcionar bem estar à população”, afirmou. Segundo ela, as unidades permitirão melhor amparo aos que buscam justiça, “com presteza, cautela e celeridade na solução da lide”.

A iniciativa tem chamado a atenção de prefeitos, vereadores e magistrados dos municípios beneficiados, caso do juiz do fórum de Colméia (localizado próximo à cidade de Couto Magalhães), Jordan Jardim. “Hoje o Judiciário esta se fazendo presente, principalmente para quem não tem condições financeiras. É muito complicado viajar a Colméia para comparecer às audiências”, ressaltou. De acordo com Jardim, com as novas unidades judiciárias, o Tribunal de Justiça “chega mais perto do povo”.

Já o magistrado Edson Paulo Lins acentuou que foi juiz por mais de sete anos no município de Filadélfia e sabe “como o povo sofre com a falta de recursos para chegar à sede da comarca”. “A Unidade Judiciária acabará com esses transtornos e a população será melhor assistida”, completou, ao ressaltar que uma melhor infra estrutura para o Judiciário melhora a vida de todos.

O juiz Helder Carvalho Lisboa foi outro que também destacou o trabalho do TJTO, para quem as obras representam a síntese da disposição do Poder Judiciário de proporcionar “melhor prestação jurisdicional, no que diz respeito ao bom atendimento, sem esquecer a modernização da estrutura judiciária e também a celeridade, na solução das questões que são postas a apreciação.”

Agência CNJ de Notícias com Assessoria de Imprensa/TJTO


 

 


 

 

 

 


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