TJTO apresenta sistema de gestão socioambiental a TJ de Rondônia e compartilha experiência em monitoramento ambiental

Rondinelli Ribeiro A imagem mostra um notebook sobre uma mesa exibindo uma reunião on-line, durante apresentação do Sistema SIGA/TOSustentável para representantes do Tribunal de Justiça de Rondônia. Na tela, participantes acompanham a videoconferência enquanto são apresentados os painéis e funcionalidades do sistema de gestão socioambiental do TJTO.

O Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) apresentou, nesta sexta-feira (29/5), seu Sistema de Informação e Gestão Socioambiental (SIGA) ao Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), durante reunião on-line voltada à troca de experiências sobre monitoramento socioambiental e gestão de indicadores exigidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Implantado no TJTO em 2019, o SIGA reúne informações relacionadas ao consumo de água e esgoto, energia elétrica, telefonia, limpeza, impressões, resíduos, capacitações e outros indicadores socioambientais monitorados pelo Poder Judiciário.

A apresentação foi conduzida pela coordenadora da Coordenadoria de Gestão Socioambiental e de Responsabilidade Social (Cogersa), Luciene Dantas, e pelos servidores da Diretoria de Tecnologia da Informação (Dtinf), Francielle Nogueira Braga e Jonathan Gabriel Marcelino da Silva. Pelo TJRO, participaram Maiara Ribeiro de Moraes e Vangleane do Amaral.

Durante a reunião, foram apresentadas as funcionalidades do sistema, que permite a emissão de relatórios mensais e anuais, o acompanhamento por unidade e comarca, além de painéis inteligentes para monitoramento em tempo real dos indicadores socioambientais.

A coordenadora Luciene Dantas falou sobre a evolução da ferramenta ao longo dos anos. “Começou em 2016, com controle de despesas de água, energia e telefonia. Em 2019 foi implantado oficialmente como SIGA e, desde então, passou por várias melhorias e adaptações. Hoje o sistema ajuda demais a nossa rotina”, afirmou.

O servidor Jonathan Gabriel explicou que o SIGA foi desenvolvido para facilitar o controle das informações e o envio delas ao CNJ. “A tela tenta reproduzir o relatório do CNJ justamente para facilitar esse processo”, destacou.

Já a servidora Francielle Nogueira Braga apresentou detalhes sobre a validação das informações lançadas pelas unidades. “O servidor preenche os dados, e o diretor ou responsável pela unidade precisa validar aquela informação. Depois de homologada, ela não pode mais ser alterada, salvo em situações específicas de auditoria”, explicou.

Ela também mostrou como o sistema auxilia no acompanhamento visual das pendências e no cruzamento de informações administrativas. “Temos relatórios com cores diferentes para mostrar o que foi preenchido, homologado ou o que ainda está pendente. Além disso, o sistema se comunica automaticamente com outras plataformas administrativas relacionadas a despesas e consumo”, afirmou.

Representando o TJRO, Maiara Ribeiro de Moraes elogiou a evolução do sistema desenvolvido pelo TJTO. “Muito interessante acompanhar essa caminhada de vocês desde 2019. Dá para perceber o amadurecimento do sistema ao longo do tempo, parabéns pelo envolvimento da equipe de tecnologia da informação e de todos”, comentou.

Outro destaque da reunião foi a apresentação do painel de Business Intelligence (BI), disponibilizado pelo TJTO para acompanhamento público dos indicadores socioambientais.


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