Projeto da Comarca de Paraíso promove sustentabilidade

A Comarca de Paraíso é considerada bom exemplo de prática ambiental graças ao projeto de coleta de papéis para reciclagem. A iniciativa começou no ano de 2013 durante a gestão do então diretor do Fórum, Esmar Custódio Vêncio Filho, atual juiz auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça, e vêm tendo continuidade na gestão do juiz Adolfo Amaro Mendes, atual diretor do Foro, com o acompanhamento da secretária do Fórum, Luana Montoza Afonso.

Desde a implantação do projeto, foi firmada uma parceria com a Associação dos Recicladores de Paraíso (ARPA), que coleta o material trimestralmente, destinando R$ 0,4 centavos de cada kg de papel arrecadado à  Comarca. Anualmente, o dinheiro da venda dos papéis é utilizado para compra de alimentos não perecíveis que são doados às entidades sem fins lucrativos.

Cláudio Alves da Motta, responsável pela ARPA, afirma que o projeto é importante porque através dele a associação conseguiu firmar mais parcerias com outras entidades. “As ações que a Comarca desenvolve são positivas porque além de preservar o meio ambiente, promove também a cidadania. São iniciativas consideradas pequenas, que começam no Fórum e geram empregos em nossa associação desencadeando milhares de outros benefícios”, concluiu.

“Se todos fizerem um pouco, como formiguinhas que trabalham em parceria, nosso mundo respirará ar puro e se tornará mais promissor e agradável para as próximas gerações. Fazemos a nossa parte acreditando sempre que haverá um mundo melhor para se viver. Parabenizo os nossos gestores que já estão fazendo a diferença”, afirmou Luana Montoza Afonso, secretária do Foro.

Outras ações de sustentabilidade

A Comarca de Paraíso também tem parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) que coleta garrafas de água mineral vazias e o pó de café já utilizado, para serem reaproveitados nas hortas comunitárias mantidas pela própria entidade.

Além de todas essas boas práticas, a Comarca ainda disponibilizou um local próprio para o descarte de pilhas usadas. As pilhas ficam em uma lixeira própria para armazená-las até os serviços de coletas externas darem um destino certo a esse tipo de material.

 

Maria Gabriela – Cecom/TJTO


Fechar Menu Responsivo
Busca Processual Jurisprudência Diário da Justiça
Rolar para Cima
Nós usamos cookies
Usamos cookies ou tecnologias similares para finalidades técnicas e, com seu consentimento, para outras finalidades, conforme especificado na política de cookies. Negá-los poderá tornar os recursos relacionados indisponíveis.