Gestão 2025-2027: Um novo ciclo de avanços para a Justiça

Rondinelli Ribeiro Imagem mostra a entrada da sala da presidência; painel traz as informações da localização

A gestão 2025/2027 do Poder Judiciário do Tocantins (PJTO) tem à frente as(os) desembargadoras(es), Maysa Vendramini Rosal, como presidente, e Jacqueline Adorno, como vice-presidente, Pedro Nelson de Miranda Coutinho, corregedor-geral da Justiça, e o desembargador Adolfo Amaro Mendes, o vice-corregedor-geral.

A presidente eleita por unanimidade  assume o Judiciário tocantinense depois de dois anos na Corregedoria Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) em que teve como pilares: diálogo e transparência. Lema que esteve presente nas 67 metas previstas no Plano de Gestão 2023/2024. Maysa Vendramini Rosal ainda atuou como presidente do Fórum Fundiário Nacional, criado em 2022 para contribuir com a governança de terras no Brasil.

À frente do TJTO, a desembargadora Maysa Vendramini Rosal diz que as ações mais relevantes, que estão em execução, serão mantidas com “dedicação e empenho”. Ela enumera ainda, como prioridades, a reestruturação do 1º grau e a implementação de novas tecnologias para o aperfeiçoamento das atividades judiciárias. “O maior desafio é melhorar a infraestrutura do Poder Judiciário, mas precisa de um olhar especial para a Capital”. 

A gestão 2025/2027 espera contribuir com a evolução e fortalecimento do tribunal, realizando novo concurso para magistrado(a), atualmente são 102 distribuídos nas 36 Comarcas; fazendo a reforma do prédio do Foro de Palmas e implementando novas tecnologias e aperfeiçoando os sistemas existentes.

Trajetória 

Natural de Goiânia (GO), casada e mãe de dois filhos, a desembargadora Maysa Vendramini Rosal é formada em Direito pela Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas de Goiânia e em Comunicação Social e Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Fez especializações nas áreas de Direito de Família, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Constitucional e Direito Administrativo. É pós-graduada Lato Sensu em Gestão e Organizações do Poder Judiciário e do Ministério Público pela Faculdade Unyleya (RJ). Confira o perfil completo aqui

No Judiciário tocantinense, tomou posse como magistrada, em 29 de setembro de 1989. Atuou na área cível, criminal, Tribunal do Júri e Turma Recursal nas Comarcas de Cristalândia, Araguatins, Gurupi e Palmas. Em março de 2014 foi convocada para o TJTO, em substituição a um desembargador, e em 17 de julho de 2014 foi promovida à desembargadora pelo critério de antiguidade. 

Criada em uma família grande, com seis irmãos, sempre foi incentivada pelo pai a estudar, como contou em entrevista gravada em 2023, quando assumiu a gestão da CGJUS. “O meu pai e a minha mãe investiram muito e queriam muito que a gente estudasse. Os meus irmãos, eles estudaram, mas a única que seguiu carreira, que investiu mais em concurso fui eu. Meu pai queria muito que todos nós, principalmente, as mulheres estudassem muito para ter uma vida profissional, que a gente tivesse independência financeira para não depender, para conseguir fazer o que precisa, sem precisar do apoio de ninguém.”

A desembargadora  vê a magistratura como uma carreira em que é necessária muita dedicação, “eu me sinto realizada como juíza, realizada profissionalmente e não tenho nenhum arrependimento.” E com dedicação, diálogo, transparência, fé e trabalho em equipe, a atual presidente pretende seguir com sua gestão, como disse no dia da escolha da atual Mesa Diretora. “Eu aprendi que ninguém faz nada sozinho. Estamos aqui hoje para cumprir a nossa missão com fé, coragem e cooperação.”, ressaltou.

 

Ações na gestão da CGJUS

Entre os destaques na gestão em que esteve à frente, está o Programa de Regularização Fundiária que alcançou entre 2023/2024 milhares de famílias tocantinenses. Foram entregues 18.061 títulos em todo o estado, com a parceria de 115 municípios.

A implantação do Violentômetro - painel para monitoramento de medidas protetivas no Tocantins foi lançado em 2023 e permite o acompanhamento em tempo real da movimentação dos processos relacionados à violência doméstica em todo o estado. Realizou ainda Correição Geral Ordinária em 23 comarcas do Tocantins, o Encontro Estadual de Registradores e Tabeliães das Serventias Extrajudiciais do Estado do Tocantins, o 3º Encontro de Juízes(as) Corregedores(as) permanentes e a Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Tocantins (Encope). A CGJUS sediou também o 93º Encontro Nacional dos Corregedores-Gerais da Justiça.


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