Núcleo de Acolhimento Psicossocial do TJTO abre inscrições para grupo psicoterapêutico voltado ao bem-estar de mulheres do Judiciário

Elias Oliveira Imagem de um edifício moderno de vários andares, com fachada em tons claros e detalhes em pastilhas. Na parte central, há a identificação “FLORENÇA”. No térreo, o prédio possui portas e janelas de vidro

Com foco na promoção da saúde mental e do bem-estar de magistradas e servidoras, o Núcleo de Acolhimento e Acompanhamento Psicossocial (NAPsi) do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) está com inscrições abertas para o projeto “Grupo Psicoterapêutico Mulheres do Judiciário”. As interessadas podem se inscrever até o dia 24 de abril, por meio do formulário disponível neste link.

Com duração de quatro meses, o projeto é destinado a magistradas, servidoras, estagiárias e residentes do TJTO. A iniciativa propõe um espaço seguro de escuta qualificada, reflexão e troca de experiências, considerando os impactos das múltiplas jornadas e papéis sociais desempenhados pelas mulheres.

A proposta busca contribuir para a redução do estresse e do sentimento de isolamento, além de prevenir o adoecimento psíquico. Também tem como objetivo fortalecer a autonomia, a autoestima e a construção de redes de apoio entre as participantes.

A ação está alinhada à Política de Atenção Integral à Saúde de Magistrados(as) e Servidores(as), instituída pela Resolução nº 207/2015 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e à Resolução nº 255/2018, que trata da promoção da igualdade de gênero no âmbito do Judiciário. A iniciativa também integra as diretrizes do Plano de Gestão do TJTO 2025-2027, especialmente a Meta 21, voltada à implantação de programas de bem-estar psíquico no ambiente de trabalho.

Funcionamento do grupo

Os encontros serão realizados presencialmente na sede do NAPsi, com duração média de uma hora e meia, totalizando oito encontros ao longo do projeto. Cada grupo contará com até 12 participantes e será conduzido por profissionais de saúde mental vinculadas ao Núcleo.

Na primeira etapa, o atendimento será presencial. A proposta é ampliar, futuramente, a oferta para outras comarcas do estado, por meio da modalidade on-line. A metodologia adotada prioriza o acolhimento, a escuta qualificada e a troca de vivências, com foco em temas como autocuidado, saúde mental e fortalecimento de redes de apoio.

 

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