Justiça Móvel de Gurupi realiza ações durante a Semana Nacional do Trânsito

A coordenadoria da Justiça Móvel de Trânsito (JMT), da Comarca de Gurupi, está promovendo ações visando o fortalecimento do projeto junto à comunidade. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações em comemoração à Semana Nacional do Trânsito que também envolve outros órgãos e projetos que, firmando parceria com o Judiciário, estão conscientizando a população sobre o seu papel na mudança do atual cenário do país.

A ação tem levado aos gurupienses mais informações sobre a Justiça Móvel, como funciona e como pode ser acionada.  O movimento é coordenado pela juíza Maria Celma Louzeiro Tiago, titular do Juizado Cível e responsável pelo projeto Justiça Móvel na Comarca de Gurupi.

“Estamos participando da Semana Nacional do Trânsito com os órgãos parceiros em trabalho educativo e também de divulgação da JMT. A nossa ação faz parte de um projeto permanente da Justiça Móvel de Trânsito com objetivo de informarmos a população sobre as vantagens deste serviço disponibilizado pelo Tribunal de Justiça gratuitamente e imediatamente após o acidente de trânsito sem vítimas”, afirmou a magistrada.

A programação de ações da Justiça Móvel em Gurupi segue até sexta-feira (25/9), quando haverá um evento de encerramento onde o Judiciário, juntamente com os demais parceiros (Corpo de Bombeiros; Circunscrição Regional de Trânsito/Ciretran; Serviço de Atendimento Móvel de Urgência/Samu; alunos do ensino fundamental da Escola Municipal Antônio Lino;  e Superintendência Municipal de Trânsito), fará distribuição de panfletos, blitz educativa, simulação de primeiros socorros e resgate de vítimas de acidentes de trânsito.

Justiça Móvel

O projeto Justiça Móvel teve início em Gurupi no ano de 2010 e alcança o percentual de 95% de acordos.

Qualquer cidadão envolvido em acidentes de trânsito sem vítimas pode acessar o serviço, que é gratuito. Basta discar 159 e uma equipe de conciliadores vai ao local do acidente e auxilia no entendimento entre as partes envolvidas, fazendo valer direitos e assegurando cidadania.

Além de Gurupi, o projeto também funciona em Palmas e Araguaína.

 

Maria Gabriela – Cecom/TJTO


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