Judiciário tocantinense convida servidores(as), magistrados(as) e estagiários (as) para pesquisa sobre saúde no trabalho

imagem ilustrativa com frase "saúde e bem-estar no TJTO" e desenhos alusivos

O Poder Judiciário do Tocantins realiza um chamamento para que desembargadores(as), juízes(as), servidores(as) e estagiários(as) participem voluntariamente de uma pesquisa acadêmica focada na saúde ocupacional. O estudo, conduzido pela fisioterapeuta do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) Sandra Carvalho e pela desembargadora Angela Haonat, busca entender as causas de afastamentos por motivos de doença, o absenteísmo, e criar estratégias institucionais para promover o bem-estar físico e emocional no serviço público.

A pesquisa é vinculada ao Mestrado Profissional em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos, oferecido em parceria pela Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat) e pela Universidade Federal do Tocantins (UFT). Com o título “Direitos Humanos e Promoção da Saúde no Contexto do Trabalho: Estratégias para prevenir o absenteísmo e promover o bem-estar no serviço público”, a pesquisa tem o objetivo central de analisar os fatores institucionais, físicos e emocionais que afetam a rotina dos profissionais.

Formas de participação na pesquisa

O estudo trata a promoção da saúde como um direito humano fundamental e indispensável para a qualidade de vida, segundo as pesquisadoras, que contam com autorização da Presidência do TJTO e do Comitê de Ética em Pesquisa da UFT para conduzir o trabalho acadêmico.

Ainda segundo as pesquisadoras, a adesão ao estudo é totalmente voluntária, sigilosa e sem qualquer custo ou compensação financeira. Os dados coletados serão usados exclusivamente para fins acadêmicos, garantindo o anonimato absoluto dos participantes, que podem desistir da pesquisa a qualquer momento. Além disso, as autoras asseguram o sigilo, a confidencialidade das informações e o cumprimento integral da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A coleta das informações ocorrerá de duas formas:

  1. Questionário on-line: formulário virtual com perguntas sobre dados demográficos, condições de trabalho e saúde. O preenchimento leva de 10 a 15 minutos e ficará disponível por 15 dias após o envio do link.

  2. Entrevistas virtuais: direcionadas a perfis específicos de servidores(as) e magistrados(as) de diferentes setores, com duração média de 20 a 30 minutos, via plataforma Google Meet ou similar.

Inovações e qualidade de vida

Além de mapear problemas, a pesquisa pretende entregar soluções concretas para alinhar a gestão pública às diretrizes constitucionais de dignidade no trabalho. A partir dos resultados, o estudo prevê a criação de propostas voltadas à prevenção do adoecimento. Uma delas é a plataforma “Cuidar é Justiça”, um hub digital interativo focado na educação em saúde para os servidores.

Os alertas de mesa também estão incluídos no estudo. A ideia é criar o sistema “Pausa saudável: Cuide-se a cada 1 hora”, que emitirá lembretes automáticos na tela do computador para que o trabalhador faça pequenas pausas durante o expediente.

Outro produto é a chamada sala de descompressão, um espaço físico acolhedor e terapeuticamente planejado com aromaterapia, cromoterapia e frequências sonoras relaxantes. O local será destinado ao alívio de tensões, à redução do estresse e ao reequilíbrio físico e mental dos profissionais.

Como participar da pesquisa

Para aderir à pesquisa, os interessados devem acessar e preencher o formulário on-line de manifestação de interesse disponível neste link. Dúvidas adicionais sobre o andamento do estudo podem ser esclarecidas diretamente pelo e-mail da pesquisadora Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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