Judiciário do Tocantins participa de debates nacionais sobre identidade e pertencimento no Sistema de Justiça

Cecom/TJTO A foto mostra a juíza Renata, uma mulher negra, ao lado de um banner do 8º Enajun e 5º Fonajurd, no STJ. Ela veste um vestido amarelo, usa óculos grandes e tem cabelo black power. O banner traz informações do evento, incluindo data, local e QR Code para inscrições.

O Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) marcou presença, nesta terça-feira (9/12), no 8º Encontro Nacional de Juízas e Juízes Negras e Negros (Enajun) e no 5º Fórum Nacional de Juízas e Juízes contra o Racismo e Todas as Formas de Discriminação (Fonajurd), realizados no auditório do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília (DF).

A magistrada Renata do Nascimento e Silva representou o Poder Judiciário tocantinense, levando ao encontro a experiência institucional e o compromisso com a agenda de direitos humanos.

Com a participação de ministros dos tribunais superiores, magistrados de todo o país, integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), além de advogados e especialistas, o encontro trouxe ao centro da cena um tema urgente e estruturante: “Vivências Negras: Justiça, Identidade e Pertencimento no Sistema de Justiça”.

 

Programação 

Os quatro painéis da programação analisaram desafios históricos, abordaram responsabilidades institucionais na promoção da equidade racial e destacaram práticas capazes de aproximar o Sistema de Justiça da diversidade social brasileira.

A programação incluiu o lançamento da Rede Nacional de Coletivos Negros das Carreiras Jurídicas, destinada a fortalecer articulações entre servidores e profissionais negros do Judiciário, Ministério Público, advocacia e demais carreiras.

Também houve a apresentação dos resultados do Mutirão de Julgamento e Impulsionamento de Processos com Ênfase na Temática Racial, iniciativa que promove avanços na análise de processos, amplia visibilidade sobre gargalos e abre caminhos para decisões mais sensíveis às questões raciais.

Para a magistrada tocantinense, integrar o encontro amplia perspectivas e convoca o Judiciário a aprofundar responsabilidades.

“Estar no Enajun/Fonajurd reafirma o compromisso com uma Justiça antirracista. Os diálogos sobre identidade e pertencimento de pessoas negras no Judiciário são essenciais para construirmos um Sistema de Justiça mais plural e representativo”, afirmou a juíza Renata do Nascimento.


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