Experiência de contratações por coparticipação na Justiça do Trabalho é compartilhada com os tribunais estaduais

 

Os pontos positivos

Como pontos positivos dessa experiência, Camy cita a maior atenção do mercado, ganho em escala, ganho de qualidade das especificações, maior volume de contratações, simplificação da contratação pelo coparticipe e maior produtividade.
Apesar de algumas dificuldades, como questões relacionadas a indefinições jurídicas, ele cita a Resolução Nº 468, que dispõe sobre diretrizes para as contratações de solução de tecnologia da informação e comunicação pelos órgãos submetidos ao controle administrativo e financeiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Política de governança

Na ocasião, foi apresentado, também, como funciona a Política de Governança de Contrações da Justiça do Trabalho. Segundo o palestrante, além da TI, as demais áreas podem fazer as contratações compartilhadas.
A experiência chamou a atenção dos participantes que propuseram a ampliação das discussões e treinamento para implementação do projeto também nas unidades estaduais da Justiça.

Texto: Neuracy Viana
Fotos: Elias Oliveira

Comunicação TJTO


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