Encontros fortalecem rede de proteção à mulher em Colmeia, Araguacema e Araguaçu

Cecom/TJTO A coordenadora estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, juíza Cirlene Maria de Assis, conduz reunião com representantes da rede de proteção à mulher durante agenda institucional na Comarca de Colmeia.

O Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cevid), realizou ações institucionais nas cidades de Colmeia (21/6), Araguacema (22/6) e Araguaçu (27/6) com foco no fortalecimento da rede de atendimento e proteção à mulher. As agendas, realizadas pela coordenadora da Cevid, juíza Cirlene Maria de Assis, também prepararam os municípios para a futura instalação do Banco Vermelho, símbolo mundial de combate ao feminicídio.

As visitas reuniram representantes da assistência social, saúde, educação, segurança pública e demais órgãos da rede de proteção, com o objetivo de ampliar a integração entre as instituições, mobilizar gestores públicos e fortalecer políticas preventivas de enfrentamento à violência doméstica e familiar.

 

Colmeia

A juíza Cirlene Maria de Assis e o juiz diretor do Fórum de Colmeia, Marcelo Rostirola, posam ao lado de integrantes da rede de proteção à mulher durante agenda institucional realizada no Fórum da Comarca de Colmeia.

Em Colmeia, a Cevid promoveu reuniões e diálogos interinstitucionais com representantes da rede municipal de proteção às mulheres. O município reforçou o compromisso com ações de acolhimento, conscientização e enfrentamento à violência doméstica, e destacou a importância da atuação conjunta entre poder público e sociedade civil.

 

Araguacema

A juíza Cirlene Maria de Assis posa ao lado de representantes da rede de proteção à mulher, integrantes do Poder Judiciário, profissionais da assistência social, saúde, segurança pública e demais instituições parceiras durante reunião realizada no Fórum da Comarca de Araguacema.

No município de Araguacema, as atividades incluíram reuniões estratégicas para alinhamento das futuras ações educativas que acompanharão a instalação do Banco Vermelho. Durante a agenda institucional, a Coordenadoria ressaltou a importância da atuação integrada da rede de atendimento para garantir proteção efetiva às mulheres em situação de violência.

 

Araguaçu

A juíza Cirlene Maria de Assis, representantes da rede de proteção à mulher, integrantes do Poder Judiciário, forças de segurança e instituições parceiras posam em frente ao Fórum da Comarca de Araguaçu durante agenda institucional voltada ao fortalecimento das ações de enfrentamento à violência doméstica e familiar.

Já em Araguaçu, a visita institucional reforçou o compromisso do Poder Judiciário tocantinense em ampliar ações preventivas e educativas em todas as regiões do Tocantins. O município, conhecido por suas riquezas naturais, culturais e religiosas, recebeu a equipe da Coordenadoria para articulações voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres.

 

Banco Vermelho

Reconhecido internacionalmente como símbolo de conscientização e combate ao feminicídio, o Banco Vermelho consiste na doação de um banco vermelho gigante aos municípios contemplados. O espaço funciona como memorial em homenagem às mulheres vítimas de feminicídio e como instrumento permanente de reflexão social.

Como contrapartida, os municípios desenvolvem, durante cinco anos, projetos pedagógicos com estudantes da rede municipal de ensino, promovendo ações educativas sobre cultura da paz, igualdade e respeito. Entre as atividades realizadas está a oficina do “Banquinho Vermelho”, na qual crianças confeccionam pequenos bancos com palitos de sorvete pintados na cor vermelha, além de receberem orientações sobre a Lei Maria da Penha, os tipos de violência doméstica, os canais de denúncia e a rede de proteção às mulheres.

Ao final das oficinas, os estudantes recebem o certificado de “Criança Consciente no Combate à Violência Doméstica e Familiar”, tornando-se multiplicadores das informações em suas comunidades.

Segundo a Cevid, o fortalecimento da rede de atendimento aliado à educação preventiva representa um dos caminhos mais eficazes para a construção de uma sociedade mais segura e livre da violência contra a mulher.


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