Com propostas e defesa de gestão colaborativa entre tribunais, juízes auxiliares apresentam soluções a desembargadores no Consepre

Penúltima agenda da programação do IV Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (Consepre), realizado em Palmas (TO), a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos juízes auxiliares durante a programação técnico-científica foi feita a presidentes de tribunais de Justiça.

O painel foi realizado na manhã desta sexta-feira (7/10), no auditório do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO), com a mediação do juiz auxiliar da Presidência do TJTO Manuel de Faria Reis Neto. As discussões giraram em torno de três pilares básicos: gestão, conhecimento e inovação.

“Nas oficinas, tivemos discussões sobre problemas e busca por soluções dos tribunais. Tribunais que precisam trabalhar de maneira colaborativa e criação de ferramentas tecnológicas. Sem contar a autonomia para definir o que é prioridade. Esperamos que o encontro seja semente para essa fase colaborativa dos tribunais”, afirmou o magistrado.  

Juízes de outros Estados também abordaram aspectos como a compra compartilhada, que gera não só economia, mas reduz burocracia e possibilita agilidade em contratações entre os tribunais. A transformação digital, com foco nos públicos externo e interno, também foi abordada. Entre as sugestões citadas, cada TJ deve criar oficinas e grupos de trabalho para otimizar ações voltadas ao melhor atendimento ao jurisdicionado.

Os pilares

Ao lado do anfitrião do encontro, o presidente do TJTO, desembargador João Rigo Guimarães, o presidente do Consepre, o também desembargador José Laurindo de Souza Netto,que preside o  TJ do Paraná, ratificou a tese abordada no painel. “A questão da colaboração mútua deve ser, de fato, implementada e intensificada por todos os tribunais. Com isso, além dos aspectos aqui já abordados de economia e celeridade nos processos, está a união e conhecimento de problemas e possibilidade de soluções comum a todos”, disse, ressaltando, entretanto, a autonomia de cada Estado.

Texto: Cristiano Machado
Rondinelli Ribeira/Comunicação TJTO


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