A convite do Cimi, Poder Judiciário do Tocantins participa de assembleia dos povos indígenas

Divulgação em circulo, indigenas e representantes do Cimi e juíza, ao centro os objetos do círculo de construção de paz
Em um círculo da Justiça Restaurativa, a juíza Luciana Aglantzakis trabalhou a temática do superendividamento com os indígenas

A juíza Luciana Costa Aglantzakis, que responde pela Comarca de Itacajá, participou, nessa quinta-feira (26/10), da Assembleia dos Povos Indígenas do Estado do Tocantins. O evento reúne cerca de 150 indígenas das etnias Apinajé, Xerente, Krahô, Krahô-Kanela e Takaywrá, Avá-Canoeiro, Karajá de Xambioá e acontece até a próxima segunda-feira (30/10), na aldeia Krahô Galheiros.

juíza Luciana conversando com indígenas; ela veste vestido vermelho e fala ao microfone
Foto: Divulgação

Nesta quinta (26), durante a programação do evento, organizado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Regional Goiás e Tocantins, a juíza Luciana Aglantzakis ministrou palestra com o tema: “superendividamento”. Em um círculo da Justiça Restaurativa, a magistrada, que coordena o Projeto Círculos Restaurativos para Prevenção de Conflitos Envolvendo Povos Indígenas das Comarcas de Itacajá e Goiatins, trabalhou a temática com os participantes, que por sua vez apresentaram suas demandas acerca da problemática do endividamento que atinge a grande maioria das famílias krahô.

Também falou sobre o trabalho dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSCs) e distribuiu aos indígenas material de divulgação sobre a  justiça pré-processual.

Durante os quatro dias de assembleia, representantes da Regional Goiás e Tocantins do Cimi e lideranças indígenas tratarão de políticas públicas voltadas para os povos originários do Tocantins.


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