TJTO esteve presente no do I Encontro Nacional do Comitê dos Direitos de Pessoas com Deficiência, em Brasília

Rômulo Serpa/CNJ A imagem mostra cinco mulheres em pé em frente a uma mesa com um letreiro azul escrito "CNJ" com uma placa atrás delas com o texto "Encontro Nacional do Comitê dos Direitos das Pessoas com Deficiência no Âmbito do Judiciário". As mulheres estão vestidas de forma formal. Todas estão sorrindo para a câmera.
Patricia Urcino Idehara, Tânia Mara Alves Barbosa, Lorena Moura Escher Marçal, Karen Cristina de Melo e Barros ao lado da juíza auxiliar da Presidência do CNJ, Katia Roncada (ao centro)

Representantes do Poder Judiciário do Tocantins participaram, na última semana, do  I Encontro Nacional do Comitê dos Direitos de Pessoas com Deficiência. Realizado de 18 a 20 de setembro, no prédio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, o evento reuniu diversos especialistas e representantes do Judiciário do país. 

Do  Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO),  o evento contou com a participação de Patricia Urcino Idehara, membro da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão, Tânia Mara Alves Barbosa, analista judiciária chefe da Diretoria de Gestão de Pessoas (DIVPGC); Lorena Moura Escher Marçal, técnica judiciário lotada na DIVPGC; e Karen Cristina de Melo e Barros, assessora Jurídica de desembargador gabinete judicial da Presidência.

O encontro teve como objetivo discutir e promover a inclusão e acessibilidade para pessoas com deficiência no Judiciário.  A programação incluiu mesas de abertura com autoridades relevantes, palestras magnas e painéis sobre os direitos e a acessibilidade das pessoas com deficiência.

Para Patricia Idehara foi um momento histórico. “O envio de representantes a um evento que reuniu tribunais de todo o país demonstra o compromisso do Judiciário tocantinense com essa pauta. Temos percebido que o CNJ não tem medido esforços para engajar servidores e magistrados a promover melhorias na inclusão das pessoas com deficiência por meio da acessibilidade. Dentre os assuntos debatidos, destacaram-se a acessibilidade nos sistemas eletrônicos de processos administrativos e judiciais, desafios nas comunicações, linguagem simples, capacidade jurídica das pessoas com deficiência, necessidade de capacitação de magistrados e servidores para lidar com as demandas sobre acessibilidade e avaliação biopsicossocial da pessoa com deficiência. Ao final, os representantes dos tribunais redigiram uma carta coletiva ao CNJ com as principais demandas levantadas pelos representantes dos tribunais, que foi um marco histórico.“


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