Presidente do TJTO designa magistrados que vão gerir metas nacionais do Poder Judiciário tocantinense

Portaria número 52, publicada no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) de 17 de janeiro de 2022, define os magistrados que vão gerir as metas nacionais do Poder Judiciário do Tocantins. O documento é assinado pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, desembargador João Rigo Guimarães.

Na deliberação são detalhadas as metas e quais os juízes, no caso de primeiro grau, e os desembargadores, em segundo grau, vão conduzir os trabalhos. Foram definidos os coordenadores de metas e os gestores, conforme as especificações. "Os gestores identificados deverão apresentar plano de ação para a persecução da meta, no prazo de 20 dias, a contar da publicação do glossário pelo Conselho Nacional de Justiça, e terão como informações os dados apresentados no sistema de estatística", diz o artigo 2º da portaria.

Comprometimento do TJTO

"O Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins tem alcançado êxito na agilidade nos trabalhos, com reflexos positivos na produtividade e eficiência, no que diz respeito ao comprometimento para alcance das metas, as quais são um parâmetro no Poder Judiciário para alcançarmos o objetivo da Justiça célere e eficaz", afirma a desembargadora Maysa Vendramini Rosal, coordenadora de Metas de 2º Grau.

"Com empenho dos desembargadores gestores de Metas no 2º Grau, aliados ao cordenador de Metas 1º grau, e Magistrados Gestores de Metas no 1º grau é que iniciamos o ano de 2022 com uma expectativa positiva, haja vista o saldo positivo alcançado em 2021 no Prêmio CNJ de Qualidade – Categoria Ouro, resultado dos esforços do presidente, desembargadores, juízes e servidores que continuamente se empenham para dar o seu melhor", complementou a magistrada.

Planejamento estratégico

A determinação considera, por exemplo, o que consta no Planejamento Estratégico no âmbito do Poder Judiciário do Estado do Tocantins, no período de 2021 a 2026. E foi deliberada ainda no no XV Encontro Nacional do Poder Judiciário.

Ainda de acordo com a portaria, os coordenadores de metas representarão o TJTO junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e "poderão indicar, conforme a conveniência ou a necessidade, gestores e outros servidores para participarem de eventos e reuniões relacionados às Metas Nacionais, bem como propor a adoção de providências complementares para o acompanhamento das metas".

A determinação do presidente do TJTO prevê ainda que "a Coordenadoria de Gestão Estratégica, Estatística e Projetos (Coges) e suas unidades subordinadas darão prioridade às demandas relacionadas às Metas Nacionais apresentadas pelos gestores e coordenadores, priorizando a elaboração de relatórios estatísticos e eventuais atualizações dos sistemas informatizados que visem ao cumprimento das Metas".

E a Coges, conforme o artigo 3º , "acompanhará, no CNJ, instruções, orientações e detalhamentos relativos às Metas Nacionais, repassando-os aos gestores com as sugestões que julgar apropriadas". "Para o cumprimento das metas de produtividade, os gestores e as unidades coordenadoras elaborarão relatórios mensais comparativos entre o número de processos distribuídos e o de julgados, conforme os parâmetros estabelecidos pelo CNJ. Os resultados abrangerão, dentro do possível, o volume total de processos distribuídos e julgados mensalmente, conforme os parâmetros estabelecidos pelo CNJ, assim como individualizarão a situação de cada gabinete, no 2º grau, e de cada unidade judiciária, no 1º grau", diz o documento.

Clique aqui e confira a portaria na íntegra, com a relação dos desembargadores designados.

Texto: Cristiano Machado
Comunicação TJTO


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