Mais uma turma participa de oficina que prepara servidores para aposentadoria

Servidores de diversas comarcas do Estado estão participando de uma Oficina do Programa de Preparação para Aposentadoria do Poder Judiciário (PPA), na Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat). Ao todo, 38 pessoas estão inscritas na terceira edição do curso que visa preparar os servidores para o momento da aposentadoria.

Abordando temas como qualidade de vida, longevidade, previdência, planejamento para o futuro e ócio qualificado, os servidores de Palmas e outras oito comarcas do interior são incentivados a repensar a aposentadoria como uma nova fase da vida, e não como o fim do período ativo. “Já é comprovado cientificamente que a pessoa que passa a ter uma vida sedentária, sem projetos de vida, pode ter uma menor longevidade, um risco maior de depressão e outras doenças relacionadas à questão do isolamento social”, alerta a palestrante Cristina Prestes, que falou durante a oficina sobre o tema Reconfiguração do trabalho para quem vai se aposentar. Segundo ela, é de extrema importância que as pessoas se preparem para a mudança de vida na etapa do pós-carreira. “Estar aposentado do serviço é uma coisa, aposentar da vida, é outra”, frisa a especialista.

O oficial de Justiça Edimario Oliveira Maciel é um dos 38 participantes da oficina. Para o servidor, que tem 27 anos de carreira, o curso ajuda a repensar o futuro e traçar planos para a aposentadoria. “Eu já tento fazer uma coisa paralela para que a aposentadoria seja apenas uma mudança de trabalho, uma continuidade da vida”, garante.

A escrivã Iva Lúcia Vera Costa, de Gurupi, também participa da oficina e diz estar aprendendo bastante com os debates em sala de aula. “Estou achando ótimo porque é importante a gente pensar sobre a aposentadoria e se preparar para isso. Porque uma hora vai chegar, e eu não quero parar”, explica.

Oficina

Esta é a terceira turma do ano a participar do curso oferecido pelo Programa de Preparação para Aposentadoria do Poder Judiciário (PPA). Segundo o coordenador, Rogério Lopes, a oficina é uma questão de responsabilidade social e atende ainda a uma determinação do Estatuto do Idoso. “O estatuto diz que as empresas devem orientar seus quadros para as questões relacionadas à aposentadoria e o nosso projeto já está virando referência no Estado do Tocantins”, ressalta.

Paula Bittencourt – Cecom /TJTO


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