Promovido pelo Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), a Comarca de Dianópolis está empenhada no projeto “Plantar para ComPENSAR”, que busca fomentar a adoção de práticas sustentáveis e o consumo consciente de materiais administrativos em suas unidades.
O projeto, coordenado pela Coordenadoria de Gestão Socioambiental e de Responsabilidade Social (Cogersa), incentiva ações que contribuam para a redução de emissões de dióxido de carbono (CO₂), economia de recursos naturais, como papel e energia elétrica, e a promoção da consciência ambiental entre servidores(as), estagiários(as) e magistrados(as).
Selo Verde 2025: reconhecimento e incentivo
As unidades participantes acumulam pontos ao superarem metas estabelecidas pela Cogersa, como a realização de campanhas de sensibilização e o plantio de mudas nativas do cerrado. Essas iniciativas serão reconhecidas com o Selo Verde 2025, uma premiação destinada a valorizar o empenho das comarcas em prol da sustentabilidade no Judiciário tocantinense.
Iniciativas da Comarca de Dianópolis
•Plantio de 15 mudas nativas do cerrado na comunidade quilombola Lajeado, promovendo a recuperação da vegetação local;
•Blitz sustentáveis, realizadas em parceria com o 11° Batalhão da Polícia Militar, para conscientizar a população sobre práticas ambientais responsáveis.
“Reconhecemos a importância dessas ações para a região, marcada por sua riqueza natural e os desafios impostos pelo desmatamento. Ao aderirmos a projetos como o ‘Plantar para ComPENSAR’, buscamos sensibilizar a sociedade e promover práticas responsáveis para proteger nossos recursos naturais. Esse compromisso integra o Judiciário e a comunidade em uma colaboração essencial para o futuro da nossa biodiversidade,” diz o diretor do Fórum, juiz Rodrigo Perez Araújo, destacando a relevância das iniciativas.
A partir de janeiro, a comarca de Dianópolis planeja implementar o projeto de coleta seletiva de resíduos, consolidando sua atuação sustentável. Segundo o juiz Rodrigo Perez Araújo, a iniciativa visa recuperar áreas degradadas, proteger a biodiversidade e incentivar o uso de tecnologias limpas.
“Esperamos que essas ações inspirem novas políticas ambientais e reforcem a importância de práticas ecologicamente responsáveis, garantindo impactos positivos para as gerações atuais e futuras”, concluiu o magistrado.