Na manhã desta terça-feira, 14, membros do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) participaram como convidados de um evento virtual com a NTSEC, empresa de Segurança da Informação, que atua há mais de 14 anos no mercado na busca pelo sigilo das informações de seus clientes e para proporcionar as mais adequadas e atuais soluções de segurança do mercado, e assim, garantir a segurança e o resguardo das informações.

Responsável pelo Grupo de Trabalho Técnico de Proteção de Dados Pessoais (GTTPDP), o juiz auxiliar da presidência do TJTO, Manuel de Faria Reis Neto, esteve presente no evento ao lado do diretor de tecnologia da Informação do TJTO, Ernandes Rodrigues, e da chefe da Divisão de Inteligência, delegada de polícia Milena Santana de Araújo Lima.

Ernandes Rodrigues destacou o encontro como grande valia, já que é uma área que precisa de evolução constante e a busca por novas ferramentas de segurança cibernética é de interesse do TJTO. Já Milena Santana pontuou que a participação de representantes do TJTO nestes eventos demonstra o permanente compromisso em buscar mecanismos de aprimoramento da segurança institucional e serviços oferecidos ao público interno e externo.

NTSEC

Durante a apresentação, os representantes da empresa falaram sobre ataques cibernéticos que ocorreram no Brasil e no mundo, além de apresentarem dados e serviços da NTSEC. Um dos executivos da empresa, Daniel Zapelini, agradeceu pelo comparecimento dos convidados e falou sobre a importância da segurança cibernética.

“Agradeço a oportunidade de levar um pouco da conscientização sobre segurança cibernética a vocês. A segurança cibernética além de resguardar informações/dados também garante a confiabilidade das organizações e seus serviços prestados. Sua falta pode devastar instituições de distintas maneiras. A segurança cibernética, no que tange à TI, é um dos poucos problemas que não pode ser resolvido somente com aumento de recursos financeiros. Para esta desafiadora jornada é preciso contar com pessoas com a devida conscientização e capacitação, processos adequados e ferramentas”, finalizou.

Texto: Samir Leão
Comunicação TJTO