Nesta terça-feira (25/5), a equipe de Líderes Ampliada reuniu-se para apresentação e discussão das metas do Planejamento Estratégico do Judiciário tocantinense 2021-2026, na 1ª Reunião de Análise da Estratégica (RAE) deste ano.

Elaborado pela Coordenadoria de Gestão Estratégica, Estatística e Projetos (Coges-TJTO) e aprovado pelo Tribunal Pleno em dezembro de 2020, o Planejamento Estratégico para o sexênio definiu a nova missão da identidade organizacional do Judiciário tocantinense: "garantir a cidadania através da distribuição de uma justiça célere, segura e efetiva".

A partir da atualização dos seus 12 macrodesafios, sob a perspectiva da sociedade, dos processos internos e do aprendizado e crescimento, o desafio é figurar entre os melhores Tribunais de Justiça do País e ser reconhecido como mais moderno, célere, efetivo e sustentável até 2026.

Na reunião, que ocorreu de forma virtual, foram apresentadas as 34 metas, incorporadas nos 12 macrodesafios. Responsável por nortear a reunião, o coordenador de Gestão Estratégica do Tribunal de Justiça, João Ornato Benigno Brito, destacou os principais pontos da reunião.

Construção de metas

“A Reunião de Análise da Estratégica é feita em duas etapas, a primeira é a RAE de Líderes Ampliada, que funciona como uma preparação para submeter o que foi deliberado à equipe de Líderes, em uma segunda RAE. Esse primeiro encontro é voltado para a construção das metas a serem fixadas nos indicadores previstos no planejamento estratégico para 21/26, oportunidade em que poderão ser promovidos ajustes, exclusão ou inclusão de iniciativas, projetos, indicadores e metas, além de outras medidas necessárias à melhoria do desempenho da atividade do Poder Judiciário”, explica.

A promoção de ajustes, exclusões, inclusões de iniciativas, projetos, indicadores e metas somente será efetuada com a prévia aprovação pela Equipe de Líderes e, depois, referendada pela Presidência. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é o responsável por definir os indicadores e as metas foram definidas pelo Tribunal de Justiça do Tocantins.

Metas

Juiz auxiliar da Presidência do TJTO, Manuel de Faria Reis Neto falou sobre a importância das metas e de como a pandemia pode interferir nos resultados de algumas. “Cada uma das metas debatidas nesse encontro é fundamental para que o Judiciário tocantinense garanta uma justiça célere, segura e efetiva. Claro que precisamos levar em conta a questão da pandemia e como isso pode interferir na construção de algumas metas, então ajustes podem ser feitos de acordo com a atual situação que atravessamos”, ressaltou.

Taxa de encarceramento

A reunião desta terça-feira contou com presença da Corregedora-Geral da Justiça, desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe, faz parte da equipe de Líderes, mas também participou dos primeiros debates com equipe de Líderes Ampliada e fez colocações sobre a meta 19, que é sobre Taxa de Encarceramento e faz parte do macrodesafio: Aperfeiçoamento da Gestão da Justiça Criminal.

“Fico feliz em participar deste primeiro debate, principalmente na discussão de um tema importante, que é a taxa de encarceramento no nosso Estado. Acredito que precisamos de uma integração para que os números sejam mais exatos e a indicação do total de presos provisórios e presos condenados seja mais clara”, pontuou a desembargadora.

Composição da equipe

Equipe de Líderes Ampliada é composta por: Manuel de Faria Reis Neto, juiz Auxiliar da Presidência; Rosa Maria Rodrigues Gazire Rossi, juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça; Kenia Cristina de Oliveira, chefe de gabinete da Presidência do TJTO; Jeane Silva Justino Filho, chefe de gabinete da Corregedoria-Geral da Justiça; juiz Márcio Soares da Cunha, coordenador do Nupemec; Ronilson Pereira da Silva, diretor administrativo; Gizelson Monteiro de Moura, diretor financeiro; José Sebastião Pinheiro de Souza, diretor do Centro de Comunicação Social; Ernandes Rodrigues da Silva, diretor de Tecnologia da Informação; Wallson Brito da Silva, diretor judiciário; Antonio José Ferreira de Rezende, diretor de Gestão de Pessoas; Rogério José Canalli, diretor de Infraestrutura e Obras; Sidney Araújo Sousa, controlador Interno; e Ana Beatriz de Oliveira Pretto, diretora executiva da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat).

Texto: Samir Leão / Foto: Rondinelli Ribeiro

Comunicação TJTO