Sob o comando da Coordenadoria de Gestão Estratégica, Estatísticas e Projetos (Coges), o processo de elaboração do Planejamento Estratégico 2021/26 do Poder Judiciário tocantinense entrou na fase final de consolidação com a realização, virtualmente, das reuniões setoriais que culminarão, após sua apresentação e validação, na minuta de Resolução, com a estratégia do Judiciário para os próximos seis anos, a ser aprovada pelo Tribunal Pleno.

De acordo com o Plano de Ação da Coges, estão previstas ainda seis reuniões setoriais nas quais magistrados e servidores em geral poderão sugerir ações. A primeira delas ocorre nesta sexta-feira (16/10), envolvendo secretários e servidores de Câmaras, Comissões Permanentes e servidores de gabinete.

Na sequência ocorrerão duas reuniões no próximo dia 23, com participação de magistrados de 1º Grau e servidores de 1º Grau, sendo que no último dia 9 foi a vez de diretores setoriais e servidores da área meio, além de servidores da Corregedoria Geral da Justiça (CGJUS) e da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat). Ainda com data a definir, haverá uma reunião extraordinária com a Comissão de Transição.

Trabalho começou em 2019

As sugestões que ajudaram a nortear o segundo ciclo de seis anos do Planejamento Estratégico do Judiciário tocantinense começaram ainda no ano passado, durante encontros promovidos pelo Projeto Justiça Cidadã, nos quais magistrados, servidores e a sociedade em geral de algumas comarcas do interior foram ouvidos presencialmente sobre temas gerais.

Formulário via link

Consultas que foram interrompidas em decorrência da pandemia da Covid-19 e que agora serão retomadas por meio de videoconferências, lembrando ainda que todos agora têm a oportunidade de participar com sugestões ao Planejamento Estratégico 2021/26 através de formulário neste link https://bit.ly/3j1Nv3z.

Macrodesafios

O Planejamento Estratégico do Judiciário tocantinense consiste na apresentação de programas, projetos e ações e é ancorado em 12 macrodesafios, que vêm acompanhados de indicadores: Garantia dos Direitos Fundamentais;  Fortalecimento da Relação Institucional do Poder Judiciário com a Sociedade;  Agilidade e Produtividade na Prestação Jurisdicional;  Enfrentamento à Corrupção, à Improbidade Administrativa e aos Ilícitos Eleitorais; Prevenção de Litígios e Adoção de Soluções Consensuais para os Conflitos;  Consolidação dos Sistema de Precedentes Obrigatórios; Promoção da Sustentabilidade; Aperfeiçoamento da Gestão da Justiça Criminal; Aperfeiçoamento da Gestão Administrativa e da Governança Judiciária; Aperfeiçoamento da Gestão de Pessoas; Aperfeiçoamento da Gestão Orçamentária e Financeira; e Fortalecimento da Estratégia Nacional de TIC e de Proteção de Dados.

Texto: Marcelo Santos Cardoso

Comunicação TJTO