A Gestão da Informação auxilia na prestação de consultoria técnica às unidades para a geração de informação útil e em tempo real para subsidiar a tomada de decisão da alta administração na definição dos objetivos e elaboração de políticas gerais do Poder Judiciário Tocantinense, permitindo a todo tempo, medir seus resultados e quando necessário corrigir seus rumos e alterar as estratégias para alcançar os objetivos propostos.

Através da utilização das técnicas estatísticas é possível a seleção e organização da estratégia a ser adotada e, ainda, na escolha das técnicas de verificação e avaliação da qualidade dos serviços a serem prestados.

Tudo que se planejou, precisa ficar registrado e documentado para evitar esquecimento, a fim de garantir o bom uso do tempo, da energia e do material e, ainda, para um controle eficiente do trabalho.

Segundo Rao (1999),

“A estatística é uma ciência que estuda e pesquisa sobre: o levantamento de dados com a máxima quantidade de informação possível para um dado custo; o processamento de dados para a quantificação da quantidade de incerteza existente na resposta para um determinado problema; a tomada de decisões sob condições de incerteza, sob o menor risco possível. A estatística tem sido utilizada na pesquisa científica para a otimização de recursos econômicos, para o aumento da qualidade e produtividade, na otimização em análise de decisões, em questões judiciais, previsões e em muitas outras áreas."

O reconhecimento do papel estratégico da gestão da informação na elaboração do Planejamento estratégico do Poder Judiciário Tocantinense tem se tornado cada vez mais útil na gestão dos dados armazenados no intuito de gerar novos conhecimentos.

A gestão da Informação tem por objetivo as seguintes ações:

  • Desenvolver técnicas e metodologias de coleta de informação;
  • Aplicar as diversas metodologias e ferramentas, estatísticas, de exploração e análise de informação, de forma a reduzir os níveis de incerteza associados à tomada de decisão.
  • Comunicar resultados, escrita e oralmente, adequando-os ao nível e interesses específicos do Poder judiciário.

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